Teatro Ritmos como o rap, o funk e o blues são integrados à peça que narra história de príncipe brincalhão
Divulgação

Eleguá, Menino e Malandro, espetáculo do Clã do Jabuti, conta a história de Eleguá, um príncipe muito esperto. Todos têm medo das suas artimanhas e malandrices de moleque. Mas um dia o menino botou o pé na estrada e foi descobrir o mundo… Andou de cidade em cidade. Brincando, pulando e perambulando encontrou lugares e pessoas para ajudar e ser ajudado. Vivendo sua meninice nas ruas ele cresce, se apaixona, amadurece, ganha corpo e sabedoria ao longo das aventuras. Ele é o mais importante dos orixás da Santeria Cubana. Lá, é representado como uma criança e por isso é travesso e brincalhão. Um membro real da família dos orixás.
A história narra a criação do mundo, a partir da visão africana, o nascimento e a relação de Eleguá com sua família. Porém, também procura aproximar o mito das crianças dos dias de hoje, utilizando elementos do rap, funk e blues, movimentos de expressão cultural e identidade negra, linguagens que nasceram das ruas e são desdobramentos contemporâneos da cultura tradicional.
Em cartaz no Sesc Ipiranga (Rua Bom Pastor, 822, Capital), neste domingo, às 11h. De R$ 12 a R$ 40 e grátis para menores de 12 anos. Aos domingos, até 26 de abril.
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