DIZERES APAGADOS “João Ramalho. Fundador de Santo André da Borda do Campo. Patriarca dos bandeirantes. Símbolo da raça. Orgulho do povo. Glória da Pátria”. Inscrições no pedestal de João Ramalho quando da sua inauguração e eliminadas em anos mais recentes quando o pedestal foi substituído. No programa Memória do DGABC TV desta semana, o presidente do IHGSP, João Tomás do Amaral, conversa com o autor de um livro inédito sobre os passos [Leia mais]
Serginho é um showman. Suas aulas prendem a atenção pela forma com que se relaciona com os alunos. Leva às reuniões do Memofut a mesma descontração com que aborda os mais diferentes assuntos, claro, puxados pelo futebol e cujo master é a incorporação de Charles Miller, o brasileiro-inglês introdutor do futebol entre nós. Numa São Paulo tomada pelo trânsito maluco, Sérgio Paz prioriza o uso de bicicleta. Do Ibirapuera, onde mora, ao Museu do [Leia mais]
PARCERIA A primeira corrida organizada pelo Stab Running Club aconteceu em 26 de março de 2024, com apenas dez participantes, sendo quatro os fundadores: Victor Rego, Leandro Belini, Henrique Vecchi e Felipe Bataline. Desde então, o clube tem atraído cada vez mais adeptos, consolidando-se como um importante ponto de encontro na cidade de Santo André todas as terças-feiras a partir do Cine Carlos Gomes. Antigamente, na [Leia mais]
“Casamos na Catedral de Maringá. Nos despedimos da família. Viemos embora. E estamos aqui até hoje”. Inês Mathioli Com simplicidade, o casal Mathioli narra como foi que trocou o interior do Paraná pela, em constituição, Região Metropolitana de São Paulo. Valdecir mal completara 20 anos quando se casou com a menina Inês Rigolin, de 16. Ela nascida em Maringá, com família de raízes na cidade – avô e tio ali são nomes de praça [Leia mais]
“Nós não contratamos artistas, convidamos”. Inês Mathioli Houve um tempo em que todas as emissoras de rádio tinham o seu palco-auditório, a começar pela icônica Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Não foi diferente no Grande ABC. Nossas primeiras emissoras tinham seus auditórios: em Santo André, as Rádios Clube e ABC; em São Bernardo, a Rádio Independência; em São Caetano, a Rádio Cacique. Não foi por outro motivo que, no ano 2000, [Leia mais]
“No tempo da guerra, estudando madureza em São Paulo, ia de ônibus movido a gás do carvão, o gasogênio, porque a gasolina era racionada”. Milton Ferriani Entrevista concedida ao DGABC-TV Nota – A entrevista do Sr. Milton Ferriani continua a repercutir. A simpatia do entrevistado, seu senso de humor fino, cativante, é sempre comentado. E nós destacamos, também, a importância que teve na entrevista o jornalista e publicitário João [Leia mais]
CONTOS VICINAIS À medida que a idade avança (vou fazer 82) e as gavetas ainda não esvaziam de inéditos, me dá uma agonia muito grande. Este ano resolvi economizar drasticamente em outros setores e publicar três livros (que exagero, né?). Estou enviando o segundo, com mais contos, bem diferentes de O Casaco Marron (Memória, 2-3-2026), pois mais sombrios – um deles, inclusive, de terror. Falta editar o [Leia mais]
Mapas e textos na construção da História, curso de extensão, propõe compreender como o diálogo entre mapas, textos e outras fontes históricas pode contribuir para a reconstrução de processos de ocupação e transformação do território brasileiro. A partir de estudos de caso, serão apresentadas diferentes possibilidades de investigação histórica que articulam cartografia, relatos de viagem, documentos de arquivo, imagens e outras [Leia mais]
Por que o atraso? Por culpa absoluta nossa. – Takara, queremos uma foto sua com os filhos. – Mas... – Fique tranquilo, sem pressa. – Vou ver. – Pode ser uma foto atual. Recebemos duas fotos. Vibramos com elas. Completamos a pauta da Memória. E aqui está a conjugação de um texto brilhante devidamente ilustrado, como o [Leia mais]
O PROFESSOR Memória é uma construção coletiva. Um exemplo: escrevi um texto rememorando as minhas caminhadas em companhia do amigo Acylino Bellisomi, pela Rua Guilherme Marconi, Vila Assunção, Santo André, nas décadas de 1940 e 1950. Aquele texto ganhou comentários de dois memorialistas, José Bueno Lima e Euclydes Rocco Jr. O primeiro, acrescentando que a indústria de óleo comestível tinha o nome de Compol, [Leia mais]
ATENÇÃO Devido a previsão de chuva para próxima terça-feira (22), optamos por adiar o 2º Corre das Lanternas. Estamos em contato com a Prefeitura para viabilizar uma nova data. Sesc Santo André. Antes da Covid-19 eram corriqueiros, e sempre lotados, os shows que Valdecir Mathioli, escudado pela produtora Inês Mathioli, realizava no PO (Parque Novo Oratório), em Santo André. A pandemia deu uma parada nas realizações. Em [Leia mais]
Que as lanternas em forma de tochas do passado, revividas, não sejam mais apagadas. Memória, setembro de 2025 O Sesc Santo André realiza nesta terça-feira (22) à noite, 22 de setembro, a II edição do Corre das Lanternas, revivendo as Corridas das Lanternas dos anos 1960 e 1970 promovidas pelo Diário desde os tempos do News Seller. A exemplo do ano passado, o Corre das Lanternas 2026 faz parte da Semana Move do Sesc, com [Leia mais]
Há uma máxima, em especial entre os acadêmicos, que memória não se resgata, se constrói. Hoje, dois exemplos bem locais envolvendo os ranchos carnavalescos do passado representados pelo Panelinha (fundado em 1948) e Ocara (1956). Duas semanas atrás o Panelinha ocupou a página, com a foto hoje repetida. Há 15 dias, na identificação do grupo, colocamos apenas o prenome de cada integrante dos almoços de confraternização dos sábados. Ainda assim, [Leia mais]
A ida a Santos será amanhã, sábado, dia 19, com encontro no Pantheon dos Andradas, saída às 11h e retorno às 16h. Pelo caminho, dez paradas, conforme programa divulgado pelo professor Cintra. Não é necessário inscrição, nem pagamento. E uma verdadeira aula a céu aberto. E de graça. Caminhada pela cidade de Santos e seus pontos históricos: jornada é antecedida por minuciosa pesquisa do professor Jorge Cintra, do Instituto [Leia mais]
(esse artigo tem o) intuito de provocar o leitor a rever um pouco as raízes que deixei plantadas na revista, orgulho de São Caetano”. João Tarcísio Mariani Autor do artigo “Vim te contar 20 anos de crônicas!” ÍNDICE – 3 A magia de apreciar, nas cinco derradeiras páginas da Raízes 72, lances da São Caetano de ontem. Qualquer comparação com os dias atuais fica por conta de você, caríssimo leitor. Mil exemplares impressos, um [Leia mais]
“Que a revista Raízes 72 semeie em seus corações os bons frutos vindos de um passado que ecoa com brio e resiliência aos dias de hoje”. Cristina Toledo de Carvalho Editora ÍNDICE - 2 Segue a continuidade do índice da Raízes para este segundo semestre de 2026: Mario Edson Botteon focaliza a história do jogo de xadrez em São Caetano: o clube de 1951 elevado à categoria de academia em 2017 com a [Leia mais]
"Minúcias e riquezas locais nos chegam pelas mãos de colaboradores dedicados e comprometidos”. Marisa Catalão Campozana Presidente da FPMSCS Rica como sempre, a única revista periódica e regular da memória do Grande ABC, Raízes, torna-se, uma vez mais, leitura obrigatória. Pelos textos e ilustrações que se casam em linguagem cativante. Matéria de capa, a Revolução de 1924, autoria de Maria de Lourdes Pires de Barros, bisneta de [Leia mais]
A Volkswagen, planta da Via Anchieta, em São Bernardo, viveu um momento histórico na virada de agosto para este mês de setembro: recebeu o sedan conversível preto que conduziu o presidente Juscelino Kubitschek na inauguração da fábrica, em 1959. O sedan pertence ao Museu Carde, de Campos do Jordão, e foi cedido por algumas semanas para exposição na “Garagem VW”, o museu interno de automóveis mantido pela empresa, sendo visto em verdadeira [Leia mais]
Comecemos pelas homenagens. Neste domingo, às 10h, no Plenário Tereza Delta da Câmara de São Bernardo, será realizada sessão solene para a outorga da Medalha João Ramalho ao maestro Júlio Cesar Versolato, iniciativa do vereador Watanabe. Durante a solenidade haverá uma homenagem aos 135 anos da Família Versolato e Versolatto no Brasil, cuja presença no País remonta a 1891. “Para mim, as duas histórias acabam se encontrando”, assinala o [Leia mais]
Tais hipóteses são levantadas pelo professor Jorge Pimentel Cintra, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Segundo o professor, o príncipe poderia ter se encontrado com os mensageiros no Meninos (hoje Rudge Ramos) ou na capela da Boa Viagem, que ainda existe, preservada e tombada pelo patrimônio municipal, no Centro atual de São Bernardo. O certo é que, pouco mais de 200 anos depois da Proclamação da [Leia mais]
É um lindo busto, ferro fundido, instalado junto ao espelho d’água que existiu na praça pavimentada com mosaicos portugueses. Foi inaugurado para os festejos do Sesquicentenário da Independência (1822-1972) pelo prefeito Aldino Pinotti. Em 2012 esta página Memória fez um ensaio fotográfico do busto para publicação no 7 de setembro daquele ano. Um ano depois iniciaram-se as obras do piscinão do Paço e o busto de Dom Pedro foi retirado. O [Leia mais]
Representação Quanto ao grito da Independência, o quadro é mesmo uma representação falsa que poucos sabem. Utilizavam, para subir a serra, burros e não cavalos. As roupas, o quadro foram inspirados numa pintura francesa. Roberto Pelosini São Bernardo Uma pedra com a assinatura do povo Texto: José de Souza Martins A sugestão eu fiz em conferência realizada em São Caetano, no mesmo dia da entrevista concedida a você [Leia mais]
“O Brasil que eu quero para o futuro é um Brasil onde as mulheres sejam respeitadas e não assassinadas. Um lugar onde a diferença de raça, religião ou de gênero não importe.” Luiza de Barros Noé Siqueira, com a colaboração de Gabrielle Matos Puccini. Trecho apresentado junto ao Cruzeiro da Independência, na Vila Assunção, em Santo André. Memória, 9 de setembro de 2022. Jornalista e radialista Milton Parron, da Rádio Bandeirantes, [Leia mais]
Trabalho apresentado pelo memorialista Vanderlei Retondo no Clube dos 21 Irmãos Amigos de Santo André. Mitos e verdades Vanderlei Retondo Há uma história interessante sobre mitos e verdades: Um jovem casal estava preparando seu jantar e o cardápio era peixe frito. A esposa cortou o rabo e a cabeça do peixe, temperou-o e o colocou na frigideira. Intrigado, o marido perguntou por que [Leia mais]
O infografista Agostinho Fratini, fiel escudeiro da Memória, se propôs a criar uma ilustração que simbolizasse a data e marcasse o rol de colaborações dos leitores. Tornou-se necessário um índice para que nada se perdesse e passasse a marcar a semana que hoje começa. Então, lá vai: 1 – O busto de Dom Pedro inaugurado em 1972, ano do Sesquicentenário da Independência, retornou à Praça Cívica do Paço de São [Leia mais]