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Oposições de todos os lados. Ribeirão Pires resistia. Até negava informações. Uma geógrafa disse não. Mas um deputado de Mauá deu um ok...

Estudantes de Rio Grande da Serra: saibam que antigos da cidade lutaram, e muito, para que a sua cidade alcançasse o status de município autônomo

Ademir Medici
16/05/2026 | 03:00
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Crédito da foto 1 – João Colovatti/Banco de Dados
Crédito da foto 1 – João Colovatti/Banco de Dados Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


CONTRA

Assim sendo, somos de parecer contrário ao atendimento do pedido de criação do município, tendo em vista a sua vocação de subúrbio operário do ABC, como também não estar ainda se estruturando nem o desenvolvimento industrial, nem o comercial, explicável devido à sua proximidade (6 km) de Ribeirão Pires”.

Maria Alice dos Reis Araujo

DGABC

Geografa, 23-10-1963

A FAVOR

Todos os elementos foram examinados. Preenchidos os requisitos legais e técnicos, conclui-se que a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo deve determinar a realização do plebiscito

Elio Bernardi

Deputado estadual - 5-11-1962

Capítulo 8

1.349 eleitores.

Falhas corrigidas.

E o plebiscito viria...

Da obra de Roberto Nascimento

1963

Ainda na defesa em prol da emancipação de Rio Grande da Serra, os moradores davam fé de que a localidade estaria em condições de se tornar município, pois contava com “numerosas vilas ou loteamentos, com residências espalhadas para todos os lados”. 

Um ofício do Juízo da 183° Zona Eleitoral certificava que o Distrito de Icatuaçu possuía cinco seções eleitorais com 1.349 eleitores inscritos.

Falhas apontadas no processo foram corrigidas. Questões burocráticas suplantadas. Pareceres contrários derrotados.

O vereador Antonio Simões, de Ribeirão Pires, enumerou vários motivos para que a sua cidade não perdesse Rio Grande. Um belo arrazoado.

O tabelião Carlos José da Graça Veiga Carlson foi incansável em defesa dos objetivos do então Distrito de Icatuaçu.

Adaquir Prisco, prefeito de Ribeirão Pires, segurava as pontas, retardando a evolução do processo que tiraria da sua cidade um espaço dos mais importantes.

Os autonomistas rebatiam e lutavam com todas as forças. De um abaixo-assinado datado de 5-9-1963, com 17 nomes, é possível identificar a maioria: Ubirajara Guimarães da Silva, Juarez Vieira, Antonio Carnaval, Ernesto Alves dos Santos, Jackson dos Santos, Antonio Garrido, Olimpio da Silva Santos, Adelino Figueiredo, Luiz Orlando, Octávio Orsini, Rubens Zimpeck e Carlos José da Graça Veiga Carlson.

POR FIM...

Em 8 de novembro de 1963, a resolução 461, da mesa diretora da Alesp, iria oficializar a realização do plebiscito de consulta à população do território compreendido pelas divisas do distrito de Icatuaçu, município de Ribeirão Pires e comarca de Santo André.

Icatuaçu ficaria para a história. Nascia Rio Grande com o apêndice “da Serra”.

Crédito da foto 1 – João Colovatti/Banco de Dados

O REI PRESENTE. 7 de junho de 1975, Avenida Humberto Rebizzi, 2.346. Instalações da Fiolax Indústria de Borrachas: a fábrica de Pelé em Rio Grande da Serra

NAS ONDAS DO RÁDIO

Todas as Copas.

Capítulo 6.

1970.

Brasil tri.

Gols maravilhosos.

E as defesas de Félix...

Texto: Milton Parron

O sexto programa Memória destacando a presença do Brasil nos mundiais de futebol contempla, neste final de semana, o campeonato de 1970, realizado no México.

O escrete canarinho conquistou o tricampeonato com um time fabuloso estruturado por João Saldanha.  

Por ser um simpatizante confesso da ideologia de esquerda, Saldanha dirigiu a seleção na fase de classificação para o mundial, porém, perdeu o cargo por causa da indevida intromissão do presidente da República, o general Garrastazu Médice, nos assuntos que não lhe diziam respeito relacionados com a seleção. Zagalo foi chamado para ocupar a vaga e cumpriu o papel.  

Os gols e as brilhantes defesas de Félix em todos os jogos daquela extraordinária equipe no mundial de setenta, no México, foram selecionados e serão exibidos no programa Memória deste final de semana. 

Memória - Produção e apresentação: Milton Parron. Rádio Bandeirantes em 86.3 e 90.9. Amanhã, às 7h; sexta-feira, às 23h. Disponível nas principais plataformas digitais, no Spotify e no Apple Podcast.

Crédito da foto 2 – Blog: Milton Neves: Terceiro Tempo

FÉLIX. Fechou o gol em 1970

DIÁRIO HÁ MEIO SÉCULO

Domingo, 16 de maio de 1976 – nº 2751

MANCHETE – IBC Usará estoque para impedir nova majoração do café.

MEMÓRIA – Vila Aurora, em Ribeirão Pires, é focalizada na série “A História dos Bairros”, a sexta da série.

DIARINHO – “Manhã Colorida” montada no Paço de São Bernardo

MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Hoje é o aniversário de Colorado do Oeste e Presidente Medici (Rondônia), Coruripe, Murici, São Luís do Quiunde e Traipu (AL), Laranja da Terra (ES), Muriaé e São João Nepomuceno (MG), Nova Friburgo e São Pedro da Aldeia (RJ) e Nova Laranjeiras (PR).

HOJE

Dia do Gari. O termo surgiu em homenagem ao francês Pedro Aleixo Gary, que ficou conhecido por ser o fundador da primeira empresa de coleta de lixo nas ruas do Rio de Janeiro, em 1876. A expressão “Dia do Gari” surge em 1962.

Santa Maria de Cortona

16 de maio

(Itália, 1247-1297). O 16 de maio refere-se à sua canonização. O dia principal da santa é 22 de fevereiro, data de sua morte.

Ilustração: Arquidiocese de Belo Horizonte

Arte: Paulo César Nunes

INSTITUTO BUTANTAN

Nasce de um laboratório instalado, em 1901, na Fazenda Butantan, em São Paulo. Seu primeiro diretor foi Vital Brazil.

Mariana Paleari Drigo

Livro Olhares Contemporâneos.

Organizadores: Fernando Santos da Silva e Nelson Albuquerque Junior.

Lançado em 25-4-2026 no IHGSP




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