Kiko Celeguim quer Haddad no 2º turno e aumentar bancada em SP
O partido (PT) tem como estratégia avançar para o interior e intensificar a campanha de Haddad junto às lideranças locais
FOTO: Claudinei Plaza/DGBC e Reprodução/Instagram

O PT espera levar o candidato ao Governo de São Paulo, Fernando Haddad, ao segundo turno das eleições. Outra frente para campanha eleitoral, que começa oficialmente hoje (16) é aumentar o número de parlamentares da bancada do Partido dos Trabalhadores em São Paulo, além de outros estados.
A declaração foi dada por Kiko Celeguim, presidente estadual do PT, que destacou que a regra será intensificar a adesão do eleitor por deputados e senadores aliados ao partido. A fala ao Diário ocorreu no ato de campanha do presidente Lula (PT), candidato à reeleição, realizado no Estádio 1º de Maio, na Vila Euclides, em São Bernardo, neste domingo.
“Quem deve perder deputados e senadores são os partidos que têm candidaturas que não se relacionam com agenda nacional, porque a sociedade acaba se polarizando muito e faz com que as pessoas decidam o voto nessa direção.” afirmou Celeguim.
O partido (PT) tem como estratégia avançar para o interior e intensificar a campanha de Haddad junto às lideranças locais. “Para além disso, nós vamos comparar o quanto a atuação do Governo Federal junto aos prefeitos com recursos na saúde e educação fizeram a diferença em detrimento daquilo que o governador negou aos prefeitos", afirmou ao se referir a piora na qualidade dos serviços estaduais.
Para o presidente estadual da legenda, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) concentrou o orçamento em grandes obras e deixou de lado os pequenos e médios municípios. Segundo o dirigente, é preciso se comprometer com os municípios em agenda institucional, assim como é feito no Governo Federal, mas com orçamento do Estado e com transparência.
Celeguim pontuou que diversas cidades que têm prefeitos em partidos de oposição, a exemplo da Capital, recebem bilhões do governo federal em contratos de financiamento. “Não tem nenhum tipo de preconceito, porque nós sabemos que quando falta o recurso público, quem sofre é a população”, finalizou.
Ao Diário, afirmou que espera que dentro da campanha estadual não haja “perseguição coordenada” ao citar o caso denunciado por Haddad, de suposta perseguição pela Polícia Militar a seu motorista na semana passada. “Nós denunciamos no Ministério Público Eleitoral, porque esse procedimento de intimidação, se acontecer mais vezes, pode impedir a gente de fazer campanha, é inadmissível no estado democrático,” finalizou.
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