Veja a Palavra do Leitor do 'Diário' deste dia 22 de agosto de 2026

Vereador de São Caetano
‘Matheus Gianello tem todos os assessores de gabinete exonerados’ (www.dgabc.com.br). É preciso acabar com a mamata de muita gente nessa cidade.
Maria Arraz
do Instagram
Doença degenerativa
‘Mulher de Lito Sousa revela que ele tem doença neurodegenerativa rara’ (www.dgabc.com.br). Não há quem tenha conhecido o Lito e não goste dele. Muito triste o que está acontecendo. Toda força ao Lito e aos familiares.
Ronaldo Martim
do Instagram
Ministros do STF
‘Moraes e Dino defendem revisão de dispensa de diploma para jornalista após buscas a informante’ (www.dgabc.com.br). A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, em dobradinha com Flávio Dino, que tem muitos inimigos políticos no Maranhão, de investigar o jornalista Luís Pablo e quebrar o sigilo de sua fonte, Raimundo Cutrim, vem repercutindo de forma bastante negativa. Dino e seus familiares foram flagrados utilizando carros oficiais do Tribunal de Justiça daquele Estado em compromissos particulares. No entanto, em vez de investigar o fato em si, estão investigando o jornalista que divulgou a informação e quebrando o sigilo de sua fonte, que é um direito constitucional claro e inquestionável. Essa prática nos coloca em um caminho tortuoso e perigoso, que é o cerceamento da imprensa, como ocorre em países como Venezuela, Cuba, Nicarágua, Coreia do Norte e outros. Infelizmente, tem se tornado cada vez mais frequente a prática de investigar quem denuncia um fato ou vaza alguma informação, e não os fatos ou as irregularidades reveladas. Isso não tem nada a ver com um país democrático. Vale lembrar que tanto Pablo quanto Raimundo são cidadãos comuns. Então, por que o caso está no STF, assim como muitos outros, e não em um juizado de primeira instância? Falando em STF, alguém sabe algo a respeito do contrato de R$ 129 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro e o paradeiro de Toffoli? Estaria este descansando em algum resort no Paraná? Este STF, hein…
Mauri Fontes
Santo André
Enel e a concessão
‘Em alegações finais à Aneel, Enel diz que caducidade é desproporcional e sugere plano de ação’ (www.dgabc.com.br). A Enel quer convencer a Aneel de que merece continuar com a concessão em São Paulo porque aumentou seus investimentos. Mas investimento não se mede apenas em bilhões: mede-se pela qualidade e pela continuidade do serviço prestado. São Paulo cresce verticalmente, novos prédios surgem e a demanda aumenta. A infraestrutura precisa acompanhar. Não é preciso ser engenheiro para entender isso. A má gestão da Enel levou muitos condomínios a instalar geradores para enfrentar os apagões, além, é claro, de assumir o gasto com óleo diesel. Ou seja: o consumidor paga pela energia e, quando ela falta, quem pode se proteger paga novamente pelo gerador e pelo combustível. E quem não pode? Fica no escuro. A Enel pode apresentar seus números à Aneel. O consumidor apresenta os seus: quanto tempo ficou sem energia, quanto gastou para enfrentar o apagão e quanto perdeu de alimentos.
Izabel Avallone
Capital
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