Assim como tivemos o Agosto Roxo, tema da última coluna, o Setembro Amarelo chegou com força, com foco nos cuidados com a saúde mental e na prevenção de doenças e transtornos que realmente impactam a vida da pessoa acometida, além de toda a família e das pessoas que convivem com ela. Sem contar que, dependendo do quadro, o adoecimento pode se agravar com o tempo.
A depressão e a ansiedade estão no topo dos transtornos mentais no Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, mas nem sempre a causa do desenvolvimento é a mesma para todos. Por isso, quando uma pessoa chega à sala de um profissional de saúde, além dos sintomas e de uma investigação sobre possível causa, e de uma abordagem multiprofissional, é necessário entender a fundo o que pode ter causado aquele transtorno.
Mães solo, sem rede de apoio nos cuidados com os filhos e também sem vagas nas creches, além daquelas que atuam no mercado de trabalho e têm sobrecarga de tarefas domésticas, além das profissionais, enfrentam esse cenário. O racismo é outro fator muito presente ligado às questões de saúde mental em nosso País.
E caso você esteja apresentando sintomas incomuns, que nunca tenha sentido antes, como insônia ou muito sono, com horas prolongadas na cama, sem vontade de ter uma rotina, incluindo até dificuldade de realizar tarefas banais e necessárias, como escovar os dentes, tomar banho, vestir e trocar de roupas, além de consumir determinados alimentos em excesso ou não sentir fome alguma, não hesite em procurar ajuda, não apenas neste mês, mas em todos os meses do ano.
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