Caminhoneiro, o herói sem troféu

No dia 16 de setembro, o Brasil celebra o Dia Nacional do Caminhoneiro. Para quem conhece de perto essa rotina, a data vai além de uma homenagem. É uma oportunidade de reconhecer mulheres e homens que deixam suas casas e famílias para assumir diariamente uma enorme responsabilidade.
O caminhoneiro é um herói sem troféu. Não porque enfrentar dificuldades deva fazer parte da profissão, mas porque seu trabalho sustenta silenciosamente boa parte da vida nacional. Quando o alimento chega ao supermercado, o medicamento ao hospital, o veículo à concessionária ou os insumos ao campo, há quilômetros de estrada e trabalho por trás daquela entrega.
Para quem está do outro lado, tudo parece simples. A mercadoria chega e a vida segue. Para o caminhoneiro, cada entrega tem uma história.
No transporte de veículos, essa responsabilidade ganha contornos próprios. Os cegonheiros são profissionais especializados e cumprem uma etapa fundamental da indústria automobilística. O veículo que deixa a fábrica só completa seu percurso quando chega ao destino. Entre uma ponta e outra dessa cadeia existe um profissional conduzindo com técnica, cuidado e responsabilidade.
José Ronaldo Marques da Silva, o Boizinho, é presidente do Sinaceg (Sindicato Nacional dos Cegonheiros).
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