O que esperar para o turismo pós eleições 2026?
FOTO: Claudinei Plaza/DGABC e Magnific

Estamos às vésperas de eleger um presidente, senadores, deputados federais e estaduais, e observando as campanhas e propostas, nada se fala sobre turismo.
Este ano, todos os partidos estão voltados para o tema “corrupção”, como se todos que lá estão, não tivessem o pé lameado neste tema.
O turismo ficou esquecido, ou melhor, abandonado.
Alias nos quatro anos do governo Bolsonaro e nos últimos quatro anos do governo Lula, igualmente nada se fez, já são oito anos de desgoverno para o turismo.
Se somarmos o período pandêmico, o turismo está dependente unicamente dos empresários do setor.
Esta semana, em caráter de exceção, farei a coluna em duas etapas.
Abaixo a proposta “discursiva” do candidato Flávio Bolsonaro, e na próxima coluna a proposta, igualmente discursiva, do candidato a reeleição Lula.
Tudo é mais do mesmo, todavia, sabendo que ambos já estiveram no poder por anos na politica e nada fizeram, deduzo que teremos mais quatro anos de marasmo e mortes no setor.
As propostas divulgadas por Flávio Bolsonaro para o turismo brasileiro, envolvem investimentos em infraestrutura de transporte, desburocratização e incentivo a grandes empreendimentos hoteleiros, sem explicar como o fará.
Trem do Nordeste: proposta de uma ferrovia, com cerca de 1,4 mil quilômetros, para ligar sete capitais nordestinas (Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza), igualmente sem explicar de onde virá o recurso.
Costa Verde do Rio de Janeiro: defesa da desobstrução de licenças ambientais e revisão de planos diretores para atrair investimentos da iniciativa privada, instalação de resorts e liberação de grandes empreendimentos hoteleiros na região de Angra dos Reis, Paraty e Mangaratiba, aqui claramente interesses pessoais da família Bolsonaro carioca.
Turismo na Amazônia: declaração de que o turismo, em reservas ambientais e territórios indígenas ou quilombolas, devem ser incentivado de forma responsável.
Promover o destino Brasil no exterior. atuação prévia como relator da matéria no senado, buscando segurança jurídica para agências, inclusão de demandas de cruzeiros marítimos. Vago e sem justificativas.
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