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O que esperar para o turismo pós eleições 2026?

Rodermil Pizzo
30/09/2026 | 09:13
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DGABC FOTO: Claudinei Plaza/DGABC e Magnific
FOTO: Claudinei Plaza/DGABC e Magnific  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Estamos às vésperas de eleger um presidente, senadores, deputados federais e estaduais, e observando as campanhas e propostas, nada se fala sobre turismo.

Este ano, todos os partidos estão voltados para o tema “corrupção”, como se todos que lá estão, não tivessem o pé lameado neste tema.

O turismo ficou esquecido, ou melhor, abandonado. 

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Alias nos quatro anos do governo Bolsonaro e nos últimos quatro anos do governo Lula, igualmente nada se fez, já são oito anos de desgoverno para o turismo. 

Se somarmos o período pandêmico, o turismo está dependente unicamente dos empresários do setor.

Esta semana, em caráter de exceção, farei a coluna em duas etapas. 

Abaixo a proposta “discursiva” do candidato Flávio Bolsonaro, e na próxima coluna a proposta, igualmente discursiva, do candidato a reeleição Lula. 

Tudo é mais do mesmo, todavia, sabendo que ambos já estiveram no poder por anos na politica e nada fizeram, deduzo que teremos mais quatro anos de marasmo e mortes no setor.

As propostas divulgadas por Flávio Bolsonaro para o turismo brasileiro, envolvem investimentos em infraestrutura de transporte, desburocratização e incentivo a grandes empreendimentos hoteleiros, sem explicar como o fará. 

Trem do Nordeste: proposta de uma ferrovia, com cerca de 1,4 mil quilômetros, para ligar sete capitais nordestinas (Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza), igualmente sem explicar de onde virá o recurso.

Costa Verde do Rio de Janeiro: defesa da desobstrução de licenças ambientais e revisão de planos diretores para atrair investimentos da iniciativa privada, instalação de resorts e liberação de grandes empreendimentos hoteleiros na região de Angra dos Reis, Paraty e Mangaratiba, aqui claramente interesses pessoais da família Bolsonaro carioca. 

Turismo na Amazônia: declaração de que o turismo, em reservas ambientais e territórios indígenas ou quilombolas, devem ser incentivado de forma responsável.

Promover o destino Brasil no exterior. atuação prévia como relator da matéria no senado, buscando segurança jurídica para agências, inclusão de demandas de cruzeiros marítimos. Vago e sem justificativas.




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