Semana da Pátria completada. Com um grito em família. Enzo, Marcelo e Márcio. Com o pai Alexandre. O pai, nosso orientador. E como Takara escreve bem
O relato que se segue do professor Alexandre Takara era para compor a Semana da Pátria estabelecida pela página Memória
SOCIAL. Enzo, pai Alexandre, mãe Eliana e os gêmeos Marcelo e Márcio FOTO: Acervo

Por que o atraso? Por culpa absoluta nossa.
– Takara, queremos uma foto sua com os filhos.
– Mas...
– Fique tranquilo, sem pressa.
– Vou ver.
– Pode ser uma foto atual.
Recebemos duas fotos. Vibramos com elas. Completamos a pauta da Memória. E aqui está a conjugação de um texto brilhante devidamente ilustrado, como o livro de história com o quadro de Pedro Américo, imediatamente reconhecido por Enzo, Marcelo e Márcio numa visita com o pai Alexandre Takara ao Museu do Ipiranga. DIÁLOGO COM NOSSO ORIENTADOR Escrevemos: as grandes imagens, inéditas, não estão nos arquivos públicos, estão nos álbuns familiares. São estas fotos que justificam 39 anos de memórias diárias.
Ao que o professor Alexandre Takara respondeu: muito interessante que fotografias de meus filhos estejam colaborando nos 39 anos de Memória. O semeador de lembranças Alexandre Takara
Gostaria de ser lembrado pelos meus filhos, Enzo, Marcelo e Márcio, como o semeador de lembranças.
Levava-os, quando crianças, todos os fins de semana, ao Alto da Serra.
Íamos de Gordini pela Via Anchieta. Embrenhávamos pela Estrada Velha do Mar e chegávamos à Casa de Pedra, no limite de São Bernardo com Cubatão. Emocionávamos com a exuberância da paisagem.
Lembro-me de, um dia, Enzo, já crescidinho, perguntar-me:
– Como era possível subir e descer a Serra do Mar, se não havia ainda esta estrada,
Chegou a hora de responder.
Um dia descemos a estrada velha até chegarmos ao belvedere. Deixamos a estrada. Embrenhamos pelo matagal. Chegamos a uma estrada calçada de pedras, por onde caminhamos aproximadamente 500 metros adentro.
– Esta é a Calçada do Lorena, por onde subiu a comitiva de Dom Pedro até vencer a serra e chegar muito à frente à capital da Província de São Paulo. Lá, por circunstâncias diversas, ele proclamou a Independência do Brasil, de Portugal.
Minha lição não termina aí.
Enzo sofria de asma. Em crise, tinha dificuldade de respirar. Todas as sextas-feiras, levava-o ao Hospital do Servidor Público, na Vila Mariana, quase sempre em companhia de seus irmãos. Muita risada e muito papo. Quanta alegria.
Um dia, na volta, decidi desviar da rota para entrarmos no Museu do Ipiranga. Ele foi construído para a comemoração do centenário do Brasil independente.
Depois de visitarmos todas as dependências, onde estão expostos móveis, roupas e utensílios da época, instrumentos de trabalho e documentos, entramos no espaço onde estão expostas as pinturas. Os três, uníssonos, gritaram, felizes:
– Temos essa pintura no livro que usamos na escola.
Ao chegarmos em casa, os três pegaram o livro e, satisfeitos, mostraram-se a pintura: “Independência ou Morte”.
Chamaram seus amiguinhos da vizinhança para relatar o achado. Desse modo, entre alegrias e novidades, comemoramos o Dia da Independência.
O jovem professor Alexandre Takara com os filhos queridos e um jeito gostoso de festejar a Independência do Brasil
Cantinho Mathioli
Ao longo dos anos, Valdecir e Inês Mathioli divulgaram o lançamento de discos de muitos dos artistas que, todas as madrugadas, participam dos seus programas de rádio.
Joseval e Josiane tiveram todos os seus CDs lançados pelos Mathioli.
Deu sempre certo. Sucessos se consagraram. E o cancioneiro nacional enriquecendo.
Por tudo, Joseval e Josiane integram o “Cantinho Mathioli”.
E atenção... SHOW MUSICAL
Domingo, 27 de setembro Apresentação: Valdecir Mathioli Das 13h às 19h Local: PO (Associação dos Moradores do Parque Oratório) Rua Jerusalém, 100. Parque Novo Oratório. Santo André. ENTRADA FRANCA ESTACIONAMENTO GRÁTIS
Joseval e Josiane com Valdecir e Inês. E um rosário de sucessos: ‘Não é tarde para ser feliz’, ‘Sertão de Andradina’, ‘Manhã ensolarada’, ‘Paixão de adolescência’, ‘Despedida de violeiro’...


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