Palavra do Leitor
FOTO: DGABC

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Trump e o tarifaço
‘Trump ameaça retaliar países que ‘brincarem’ com tarifaço’ (Economia, ontem). Mas é um ditador mimado…
Elver Gobbi
do Instagram
Escala 6x1 – 1
‘Vivemos em uma ‘sociedade do cansaço’ e é hora de pensar no bem-estar das pessoas, diz Lula’ (www.dgabc.com.br). Com essa reflexão o presidente Lula nos faz um relevante convite sem que nos apeguemos a partido político algum e sim à nossa Nação. É preciso que nos entreguemos, como brasileiros, para com as causas verdadeiramente de lutas soberanas e jamais de guerras impróprias. Nossas crianças, adolescentes e jovens têm que viver, aprender, sentir e enxergar que em nosso Brasil encontrarão o País de seus desejos, presentes e futuros. E quando viverem neste País saberão que farão parte de uma sociedade não mais do cansaço e sim da dignidade soberana e plena.
Cecél Garcia
Santo André
Escala 6x1 – 2
‘Escala 6X1 e ano eleitoral não combinam; debate deve acontecer em 2027, aponta Paulo Skaf’ (www.dgabc.com.br). Está em pauta na Câmara a redução da jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais e o fim da escala 6x1. Trata-se de assunto relevante, mas que precisa ser debatido com muito cuidado. Em ano eleitoral, sabemos que isso não é possível, pois deputados e senadores buscam a reeleição e, certamente, votarão um projeto tão importante com viés eleitoreiro, sem medir consequências. Especialistas afirmam que é necessário melhorar a produtividade antes de reduzir a jornada. A produtividade não depende só do trabalhador, mas também do nível de gestão das empresas, da tecnologia, da infraestrutura do país e da qualificação da mão de obra. Trata-se de projeto de desenvolvimento nacional, e não de tema a ser tratado de forma isolada. Hoje, a produtividade do brasileiro é de cerca de US$ 17 por hora, enquanto em países desenvolvidos chega a US$ 70. Além disso, a tributação sobre salários no Brasil é de 102%, contra 70% na França, 65% na Alemanha, 11% no Japão, 9% nos EUA. A média dos países do Mercosul é de 50%. A diferença é enorme, e essa pauta pode ampliá-la, penalizando ainda mais uma economia que já cresce aquém do necessário. A maioria dos países desenvolvidos trata esse tema em negociações coletivas entre patrões e empregados, justamente porque o universo é heterogêneo e não pode ser encaixado em uma única lei. Trabalhadores da área hospitalar têm características próprias; na siderurgia, fornos não podem parar; na pecuária, quem ordenha vacas trabalha parte da manhã e parte da tarde. Como se vê, as nuances são muitas para serem tratadas em única legislação.
Mauri Fontes
Santo André
Banco de Brasília
Quando um banco como o estatal BRB (Banco de Brasília), investigado por operações suspeitas com o Banco Master, faz propostas para investidores no qual, demonstra cristalino caso de desespero é sinal de falta de liquidez! Por que então, o governador Ibaneis Rocha (MDB) está oferecendo, entre outras opções, até o conjunto de prédios que formam o Centrad (Centro Administrativo do Distrito Federal) incluindo para bancos privados, como plano de capitalização do Banco de Brasília a fim de receber recursos para tentar cobrir rombos previsto de R$ 5 bilhões, que podem chegar a R$ 10 bilhões, em face de sua íntima ligação com o banco do fraudador Daniel Vorcaro?! O Banco Central certamente está esperando que uma solução viável e legal seja apresentada por esse banco, para que não sofra penalidades e leve insegurança aos correntistas. Porém, é de estarrecer que na capital da República, ainda em 2026, exista um banco estatal para felicidade e facilidades da classe política. Como diz o ex-presidente do BC Gustavo Franco: “O Brasil se movimenta muito, mas, não sai do lugar”. Só retrocesso.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)
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