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José de Anchieta. Professor e dramaturgo. A Igreja e o Brasil Colônia. Os beneditinos: 1772-1910. Cronologia anchietana.

Revista IHGSP volume 103 restaura estudo literário-histórico iniciado no século 19

Ademir Medici
03/03/2026 | 07:00
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Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra




A intelectualidade aguardava com a maior expectativa o lançamento do próximo número da revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. 

A publicação venceu etapas e regimes. Testemunhou a consolidação da República. Sobreviveu a golpes e revoluções. Atravessou todo o século XX. Assistiu ao surgimento de publicações semelhantes, entre as quais “Raízes”, joia rara da Fundação Pró-Memória de São Caetano.

Gerações passaram. A linotipo cedeu à tecnologia. O IHGSP sofreu baques. Até que a atual diretoria, liderada pelo professor João Tomáz do Amaral, expede o seguinte convite:


UM NOVO TEMPO


IHGSP (Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo), fundado em 1º de novembro de 1894, convida V. Sra. e excelentíssima família para o Lançamento das Revistas do IHGSP - volumes 103 e 104.

Data: 7 de março de 2026, sábado, às 10h

Local: Auditório “Afonso de Freitas” do IHGSP

Rua Benjamin Constant, 158 – 1º andar - Sé

Centro Histórico de São Paulo



Quando o número 1 da revista do IHGSP foi lançado, uma frase demonstrava a confiança dos pioneiros: “A história de São Paulo é a história do Brasil”.

Era a última década do século 19. Bairrista em demasia, ou não, o certo é que a revista recebeu a colaboração de nomes importantíssimos da História, entre os quais Eugênio Egas, que desenvolveu no IHGSP um trabalho de historiador com reflexos até as novas gerações.

Fica o convite público do professor João Tomás do Amaral: leitor de Memória, vamos ao Instituto, sábado próximo. Como aperitivo, segue o sumário dos artigos de fundo da revista 103 do IHGSP:


DOSSIÊ TEMÁTICO SOBRE HISTÓRIA ECLESIÁSTICA DE SÃO PAULO COLONIAL 

Anchieta e catequese e os valores cristãos

    Jorge Pimentel Cintra 


A igreja ibérica e a evangelização ultramarina no século XVI: o teatro de José de Anchieta como instrumento da conversão dos ameríndios

Alberto Luiz Schneider 


Um taumaturgo esquecido: Padre Belchior de Pontes, da Companhia de Jesus

Gustavo Antonio Solimeo

Visão sintética da Igreja Católica no Brasil-Colônia (1500-1822)

Pe Paulo Sérgio Carlos

Resistência e liberdade: a Irmandade de São João Benedito da Cidade de São Paulo (1772-1910)

Frei Alvaci Mendes da Luz  

Ensaio de cronologia anchietana

Armando Alexandre dos Santos 

Divertimento e sociabilidade na Cidade de São Paulo em meados do século XIX

Mário Jorge Pires

Os nomes de origem indígena dos municípios paulistas: uma tentativa de classificação

Eduardo Almeida Navarro

São Paulo na Guerra do Paraguai: a trajetória do 7º Corpo de Voluntários da Pátria

Carlos Roberto Carvalho Daróz

Homenagem aos sócios do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo falecidos em 2019

   

Fábio Mikhail Abou Rejaili Siqueira


AMANHÃ – O sumário da Revista IHGSP volume 104 

ONTEM. E a canção de 1990: ‘Na Paulista Os faróis já vão abrir. E um milhão de estrelas prontas pra invadir os jardins. Onde a gente aqueceu. Numa paixão. Manhãs frias de abril...’ (da composição de Eduardo Gudin e J. C. Costa Netto, na voz de Vania Bastos


Crédito da foto 1 – Divulgação



Para a edição 20.095...

Jornalista e professor


Eduardo Luiz Correia trabalhou no Diário entre os anos 90 e 2000. Fez parte de uma competente Editoria de Política. Formou-se em jornalismo pela Metodista e em História pela USP. Autor de livros como “A Viagem Interrompida”, que descreve a vitória da chapa de Prestes em Santo André, e o “Caso Celso Daniel, o jornalismo investigado em crise”.


NOTA DA MEMÓRIA – Eduardo abriu as portas para que a Memória ganhasse um programa de TV. Governo João Avamileno (2002-08): 136 programas gravados, divulgados e preservados pela TVT. Título: “Memória ABC”.

EDUARDO CORREA. Memória ampliada e diversificada


Crédito da foto 2 – Álbum pessoal


DIÁRIO HÁ MEIO SÉCULO

Terça-feira, 3 de fevereiro de 1976


MANCHETE – Geisel (Ernesto, presidente da República) não pensa alterar sistema político.


CARNAVAL 76 – A folia em excesso nos clubes faltou nas ruas.



EM 3 DE MARÇO DE...


1906 – Lançado o livro “Campinas de Outrora”, do escritor Raphael Duarte. O produto da venda seria destinado pelo autor ao asilo dos mendigos da sua cidade.


1921 - Keigo Toyoda nascia em Seto, no Japão. Radicado em São Caetano, participa da criação do São Caetano Beisebol Clube, em 1939; fundou também o Clube de Xadrez de São Caetano, sagrando-se campeão em vários torneios.


1966 - Entrava em funcionamento o serviço de microfilmagem da Prefeitura de São Bernardo, projeto desenvolvido pelo fotógrafo Beltran Asêncio.


1971 - Pelo decreto 52.669, assinado pelo governador Roberto Costa de Abreu Sodré, era aprovado o regulamento do sistema rodoviário Anchieta - Imigrantes.


1996 – Manchete do Diário: Chuva ameaça famílias em 90 pontos do Grande ABC. O levantamento era das Defesa Civis e bombeiros.

¦ O Brasil chorava a perda dos Mamonas Assassinas.


2021 – Morria o arquiteto Jorge Bomfim, aos 86 anos. Deixava um elenco de obras importantes que projetou, entre as quais o Paço de São Bernardo, o Fórum de Santo André e o edifício-sede do Diário do Grande ABC, na Rua Catequese.


MUNICÍPIOS BRASILEIROS

¦ Em Minas Gerais, hoje é o aniversário de Alagoa, Bandeira, Canaã, Carbonita, Chapada do Norte, Claro dos Poções, Mirabela, Nova União, Santa Rita de Ibitipoca e Varzelândia. 

¦ E mais: Autazes (AM), Pão de Açúcar (AL) e Ribeirão do Largo (BA).


HOJE

¦ Dia Nacional do Otorrinolaringologista 

¦ Dia internacional dos cuidados com a audição

¦ Dia Mundial da Vida Selvagem, comemorado pela primeira vez em 2014.

¦ Dia do Seringueiro



São Marino - 3 de março


 

Arte: Paulo César Nunes




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