Palavra do Leitor
FOTO: DGABC

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Educação e cidadania
‘Cidadania e políticos’ (Palavra do Leitor). A missivista Siomara Férrea escreveu um texto que deveria ser uma obrigação entre todos os políticos. O cidadão comum agradece por cada obra inaugurada, mas esquece que paga pela inauguração da ponte ou posto de saúde, que foi feito na confiança de quem recebeu votos. E se torna obrigação do político eleito. Talvez isto seja falta de aulas de OSPB (Organização Social e Política Brasileira), extinta das escolas há muito tempo, infelizmente. No Brasil, o cidadão simples, ao ser eleito, vira doutor da noite para o dia, mesmo que mal consiga assinar o nome.
João Camargo
Capital
Cobertura da TV
Parece que, depois de décadas sendo conivente, a toda-poderosa Rede Globo finalmente acordou do berço esplêndido. Não é que começaram a perceber e publicar as mazelas da República? É tão esquisito agora ver jornalistas desta emissora comentando e colocando algumas verdades aos telespectadores. Soa falso. Foi preciso chegar ao fundo do poço – que, aliás, ajudaram a cavar com maestria ao longo do tempo. Pelo jeito, a fonte secou, não é mesmo?
Mauri Fontes
Santo André
Voto obrigatório
Nada de diferente entre todos candidatos, com raríssimas exceções, e seus objetivos. Por isso, na condição de um simples ancião pensador, faço campanha pelo voto em “branco”, pois só o voto em branco vai demonstrar a insatisfação com tudo o que aí está posto em termos de Brasil. Nos Estados Unidos e em outros países de povo politizado o voto é facultativo e vota quem quer e, tendo afinidades ideológicas e pessoais com o candidato, comparece na urna com convicção de estar agindo pelo bem público. Aqui nos impõem três ou quatro nomes na urna eletrônica, alegando que o voto em branco favorece “a” ou “b”, se escolhe sempre pelo “menos pior” e depois os corruptos se dizem “legitimados” por milhares ou milhões de votos. No Brasil, há mais de duas décadas, os governantes e legisladores, em todos os níveis, com raríssimas exceções, são corruptos e incompetentes. Esta prática inaceitável assistimos e vemos debaixo de nossa janela. Tenho dito aos meus contemporâneos e aos que me ouvem que nas proporcionais, Câmara, Senado e Assembleia, votem em candidatos novos e sem experiências, pois os velhos larápios já furtaram muito e por isso o País chegou a esta “lástima” em que vivemos graças a eles todos. Falo com colegas sugerindo um “grande encontro com a realidade política que ora reina no nosso País”, sob qualquer pretexto, para relembrar dos acontecimentos e escrevê-los como história recente para nunca serem esquecidos os corruptos que hoje aí estão sendo prestigiados, aplaudidos e votados, com os bolsos cheios de dinheiro, surrupiado dos cofres públicos em detrimento do desvalido povo brasileiro, que clama por saúde pública, educação de boa qualidade, segurança e distribuição de renda condizente à dignidade humana. Seria lindo e patriota se o eleitorado brasileiro saísse às ruas nos dias de eleições, em todos os níveis, para dizer o “não” aos velhos políticos corruptos, que atuam no cenário político há mais de 20 anos com o mesmo ânimo de brasilidade que sai, de quatro em quatro anos, vestido de verde e amarelo, vibrando e torcendo pela Seleção Brasileira na disputa da copa do mundo de futebol.
Francisco Emídio Carneiro
São Bernardo
Trump e o ‘terrorismo’
Lula é contra a vontade de Trump rotular as facções criminosas de “terroristas” os contraventores brasileiros do PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) atuantes em atividades criminosas. Talvez Trump não saiba que, desde sempre, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) é um pesadelo para os proprietários rurais, com histórico de impunes invasões, destruição de bens agrícolas, depredações na Câmara Federal e, inclusive, de importantes pesquisas ligadas à Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e de biotecnologia.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)
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