Memória
Crédito da foto 1 – Reprodução: João Henrique Medice

SÃO JOSÉ
Muito obrigado por publicar o conteúdo do mapa de 1935 da Paróquia São José numa data tão significativa como o 19 de março.
O dia por aqui foi muito bonito e especial. Houve sete missas e a procissão. Ao longo do dia passaram mais de 2.300 pessoas pela nossa matriz.
São José está reunindo muita gente e aos poucos as coisas vão melhorando. A festa está bem participativa e tranquila, serena, agradável.
Padre Hamilton Gomes do Nascimento
Pároco da Matriz São José - Ribeirão Pires
Uma terceira observação é encaminhada ao prefeito Guto Volpi: desminta o boato de que o histórico armazém ferroviário não será mais ocupado pelo museu municipal.
E com vocês, mais histórias deixadas por Aída Joana Arnoni Bressan em seu livro original que faz parte, hoje, do acervo desta página Memória.
Se o museu voltar ao velho armazém, Memória terá o imenso prazer, em combinação com os descendentes de dona Aída, de ofertar este acervo precioso à Prefeitura de Ribeirão Pires.
Um sanfoneiro
Três hinos.
O primeiro rádio
Histórias que dona Aída conta
Atilio Sanfoneiro, irmão de Catarina Giachello, foi figura marcante na Ribeirão Pires do passado. Não tinha as duas pernas, o que não o impedia de ser chamado para animar os bailes da cidade e de outras partes. E ele comparecia, todo feliz, onde fosse chamado.
HINOS
São três os hinos musicais dedicados a Ribeirão Pires. O primeiro, datado de 1934, é de nossa autoria. O segundo foi composto pelo Sr. Antão Piedade e chegou a ser gravado em 1953. O terceiro, do maestro Américo Del Corto, data de 1954.
NOTA DA MEMÓRIA – Prefeito Guto Volpi, que notícia boa esta deixada por dona Aída: a sua Ribeirão Pires possui três hinos. Maravilha. Hoje os meios modernos de gravação são bem acessíveis. Por que não gravar os três hinos, imprimindo as letras, falando dos autores e distribuindo na rede escolar?
O PRIMEIRO RÁDIO
Data de 1926 o primeiro aparelho de rádio aparecido em Ribeirão Pires. Quem trouxe a novidade foi Argemiro Pinto Monteiro, que residia na Vila Mortari, em casa que ficava no número 39 da atual Avenida José Mortari. A casa vivia repleta de pessoas interessadas em conhecer a novidade.
NOTA DA MEMÓRIA – Hoje temos o acervo particular deixado pelo querido Walter Gallo, que nos deixou em 2024, o homem dos olhos azuis. Uma coleção única de aparelhos elétricos de rádio, discos raros, livros e revistas, microfones e gramofones. Um acervo que bem poderia ser preservado pela prefeitura, em comum acordo com os filhos do Sr. Walter, reinaugurando o Museu Municipal Família Pires no armazém da estação.
PERIGO - Ano passado, numa reunião dos memorialistas em Ribeirão Pires com gente querida da Educação e Cultura do governo Guto Ferreira garantiu que o museu municipal voltaria a ocupar o antigo armazém ferroviário. Agora o boato que corre na cidade é que o imóvel será vendido ou alugado para empreendimento particular. Será verdade? Se isso se concretizar será uma bofetada na memória de Ribeirão Pires.

Crédito da foto 1 – Reprodução: João Henrique Medice
REGISTRO. O armazém ferroviário de Ribeirão Pires no desenho de Maria Aparecida dos Santos, a Cidinha. Chegou a ilustrar lista telefônica da CTBC. Seria o espaço ideal para abrigar o Museu Municipal Família Pires
Para a edição 20.116...
Tempos do SIC
Quem lembra do Serviço de Informação e Comunicação, o SIC, é a professora e memorialista Roseli Dias Ortigoso, integrante assídua dos tempos do Gipem (Grupo Independente de Pesquisadores da Memória do Grande ABC).
O SIC foi uma espécie de agência informativa cujo maior cliente era o Diário do Grande ABC nos seus tempos iniciais. Dirigiam o SIC os jornalistas Odilon Coutinho e Lázaro Campos.
Virada dos anos 60 para 70. A redação, de certa forma, se emancipava do jornal. Funcionou por algum tempo, com independência, numa casinha da Rua Catequese, quase em frente ao antigo prédio do jornal. O atual edifício seria construído posteriormente, já com a redação devidamente incorporada novamente ao jornal, para nunca mais deixar de sê-la – a experiência do SIC não prosperou e teve curta duração.

Crédito da foto 2 – Acervo: Roseli Ortigoso
FLÂMULAS. Jornalistas do SIC representam o Diário na Câmara de São Bernardo: Lenildo Magdalena (presidente da Câmara, o primeiro à esquerda), jornalista Ana Regina, redatora Roseli, vereador Álvaro Domingues), Pelé (motorista do Diário) e vereador Antonio Dias Amorim
DIÁRIO HÁ MEIO SÉCULO
Quarta-feira, 24 de março de 1976
MANCHETE – Geisel (presidente da República) defende autonomia municipal.
MEIO AMBIENTE – Poluição em Capuava ultrapassava o alerta.
RIBEIRÃO PIRES – Prefeitura de Brusque, em Santa Catarina, convidava a indústria Máquinas Sanches a transferir-se para a sua cidade. Cetesb dificultava a ampliação da empresa em Ribeirão, por estar localizada em área de proteção aos mananciais.
NOTA – Ao que consta, os problemas foram contornados. Fundada em 4 de julho de 1966, a metalúrgica Sanches Blanes permanece em Ribeirão Pires.
EM 24 DE MARÇO DE...
1906 – Exonerado o delegado de polícia da Estação Rio Grande (da Serra), Manoel da Costa Marques.
Correios do Estado de São Paulo pedia aos seus agentes que prestassem contas até o final do mês, sob o risco de serem exonerados e as agências fechadas. Da lista fazia parte o agente do Alto da Serra (Paranapiacaba).
Rio, 12 – Inaugurada com toda a solenidade a iluminação elétrica em Niterói.
MUNICÍPIOS BRASILEIROS
No Estado de São Paulo, hoje é o aniversário de Araras (1871), Cabreúva (1859), Indaiatuba (1859), Ibiúna (1857), Mococa (1871) e Monte Mor (1871).
No Rio Grande do Sul: Arroio Grande, Barra Funda, Candiota, Hulha Negra, Sertão Santana e Westfalia
Em Pernambuco, Orocó.
HOJE
Dia Mundial do Combate à Tuberculose
Dia da União dos Povos Latino-Americanos
Diego José de Cádiz
24 de março

Bem-aventurado. Sacerdote da Primeira Ordem (1743-1801). Beatificado por Leão XIII em 23 de abril de 1894.
Ilustração: blog Franciscanos
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