Se fosse possível olhar para o cérebro de uma pessoa autista, quanto conseguiríamos descobrir sobre ela? Saberíamos se fala, se lê bem, se entende ironia, se uma sala barulhenta a incomoda, se mudanças de rotina a desorganizam ou como aprende melhor? Provavelmente, muito menos do que gostaríamos. E essa pergunta importa cada vez mais. O Brasil tem cerca de 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com autismo e, entre crianças de 5 a 9 anos, a [Leia mais]
Pense por um instante em tudo aquilo que você acredita sobre si mesmo. Que é inteligente. Tímido. Persistente. Ruim em matemática. Bom com pessoas. De onde veio essa história? Nossa história não começa quando aprendemos a contá-la. Desde muito cedo, nossas experiências acontecem em relação com outras pessoas. Alguém se aproxima. Há expectativa. Uma ação acontece. O bebê responde. A resposta modifica a ação seguinte. E há um mecanismo importante [Leia mais]
Aos 32 anos, o cérebro muda de fase. Foi o que encontrou um estudo recente ao analisar imagens cerebrais de 4.216 pessoas, de zero a 90 anos. Os pesquisadores queriam observar como a rede de conexões do cérebro se organiza ao longo da vida. E descobriram algo interessante: esse desenvolvimento não acontece de forma linear. Há momentos em que o padrão das conexões muda de direção de maneira mais marcada. Os principais pontos de virada apareceram por [Leia mais]
O que torna as plataformas de apostas tão eficientes em capturar a atenção dos jovens enquanto tantas salas de aula ainda lutam para mantê-la? Longe de defender uma prática proibida para menores de 18 anos, proponho um exercício diferente: observar os mecanismos que tornam essas plataformas tão atraentes e perguntar se a educação pode aprender algo com eles para ensinar melhor. A pergunta ganhou urgência. Pesquisa recente da Frente Parlamentar Mista [Leia mais]
Você aprende a cozinhar apenas vendo alguém preparar uma receita? Alguma coisa aprende, claro. Pode observar a técnica, entender a ordem dos ingredientes, descobrir um tempero novo. Mas, em algum momento, vai precisar pegar a faca, errar o ponto, provar, ajustar e fazer você mesmo. Porque aprender não é apenas receber informação. Exige também fazer, pensar, testar. Com a inteligência artificial acontece algo parecido: ela pode explicar, sugerir, ajudar. [Leia mais]